domingo, 24 de janeiro de 2010
Da dor.
Ah, eu não quero ouvir histórias de dor. Se eu chegar a ouvi-las, esqueço-as – tudo certo! Não quero acolher nada de ruim. Nem agora, nem depois. Esclareço: há um encanto da minha parte ao ouvir vozes tristes e ao imaginar situações melancólicas, mas só isso. Não quero vive-las. Na verdade, nem quero imaginá-las, porém é inevitável. Assim como pode ser inevitável presenciá-las um dia. É como não refutar a morte, mas ter medo da dor. Nessa questão, prefiro ser contrário ao racionalismo e me entregar à tolice.
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