quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Demian.

“Quando me comparava com os demais, sentia-me muitas vezes orgulhoso e satisfeito comigo mesmo, e, em outras tantas, deprimido e humilhado. Ora me acreditava um verdadeiro gênio, ora fraco do juízo. Não me era possível compartilhar a vida e as alegrias dos outros rapazes de minha idade, e às vezes reprovava asperamente o meu isolamento e sentia profunda tristeza, crendo-me definitivamente afastado de todos os meus semelhantes, com todas as portas da vida fechadas irrevogavelmente para mim.”



(Hermann Hesse)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Errata.

Desconsidere minhas palavras abaixo. Encare-as como um erro de interpretação. Uma falha. Criei uma situação inspirada num fato que nunca existiu. A palavra "desistir" me assusta, me desanima e fez com que houvesse a ação do descontrole por impulso através de mim. Não há nada de errado, perdoe-me.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Limbo no more.

Eu pensei, sinceramente, que estava no caminho certo. Apenas segui as setas, apesar de o mundo me desencorajar. E estou errado? – Agora, não sei. “Desistir” – eu não quero e nunca quis. Mas, se caminho sozinho, o que me leva ir em frente? Em tudo há inconstância, contudo, a meu ver, os fatos não precisam mudar tão bruscamente. É apenas a minha opinião, que, de um modo singular, não vale nada.
Eu não acredito em idealizações. As diferenças existem, os defeitos existem, os problemas existem. Mas sempre acreditei em dias melhores porque eles também existem! Já os tive e penso, piamente, que ainda os terei. Por isso “sonho que se sonha só é apenas um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade”.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Do ímpeto.

Não tenho vergonha de ter escrito porque isso foi preciso. Estava latejando dentro de mim. No início foi uma certeza que estava apenas nascendo. E ela nada podia fazer senão viver e crescer. Mas ela cresceu de um modo tão rápido que nem tive tempo de educá-la. Foi me socando e me tomando por dentro. No fim, ela me sufocou e me obrigou a raciocinar mais rápido. Não tive tempo para criar dúvidas e, portanto, elas nem existiram. Tive pensamentos que poderiam ser classificados até como devaneios. Quase tive o descuido de fazer conclusões com “se”. A certeza foi tão enérgica que me fez saltar da cama. E agi.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Sem menos.

X. - I'd kill a dragon for you...

Y. - You are my sweetest downfall.

X. & Y. - I loved you first!